sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O desejo de Criar

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Moças 2011

Bem como uma pessoa que ama a organização das moças quero compartilhar :
Visitem em site e se surpreendam com o progaram de 2011 para as mutuais, achei maravilhoso.
http://www.jennyphillips.com/explore/music/we-believe/



Vá ate o final da página e veja o video.
fonte desse conhecimento blog Amo a O.M

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Vale a Pena ver

Só Pra Descontrair

                                       Boneca de Crochê                                         










Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.

Eles tinham compartilhado tudo um com o outro e conversado sobre tudo.
Não havia segredos entre eles, com exceção de uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato.
Um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria.
Sendo assim, o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher.
Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa.
Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas, só sobrou duas.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Leia com muita atenção

Casamento  

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
 
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente  perguntou em voz baixa: "Por quê?" 
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. 
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. 

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. 

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
 
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preprarar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. 

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. 

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane em tom de gozação. 
 
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. 

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. 

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos. 

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento. 

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo". 

Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar". 

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe. 

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar. 

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi:  "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe". 

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta. 
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!



Vi no blog facilidade e achei legal postar tb. 

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

10 Maneiras de Amar seu esposo ou esposa




Peguei em um blog mas agora não lembro qual , me desculpem!!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Escrituras

"Nenhum pai, filho, mãe ou filha devem ficar tão ocupados a ponto de não lhes restar tempo para estudar as escrituras e as palavras dos profetas modernos. Nenhum de nós deve ocupar-se tanto que esqueça seus momentos de contemplação e orações."
Presidente Spencer W. Kimball



quarta-feira, 14 de julho de 2010

Amigos Fiéis - Henry B. Eyring

  


Um dos grandes tributos que o Salvador pode render-nos é chamar-nos de “amigos”. Sabemos que Ele ama com amor perfeito todos os filhos de Seu Pai Celestial. Contudo, Ele reserva esse título especial para aqueles que tiverem sido fiéis a Seu serviço.
Tornamo-nos amigos Dele ao servirmos ao próximo em Seu nome. Ele é o exemplo perfeito do tipo de amigo que devemos tornarnos. Ele deseja apenas o que é melhor para os filhos de Seu Pai Celestial. A felicidade deles é a Sua felicidade. Ele sente os pesares deles como se fossem os Seus próprios, pois pagou o preço de todos os pecados deles, bem como tomou sobre Si todas as enfermidades, suportou todos os problemas e sentiu todos os anseios deles. Seus motivos são puros. Ele não busca reconhecimento para Si, mas dá toda a glória a Seu Pai Celestial. O amigo perfeito, Jesus Cristo, é completamente altruísta ao oferecer a felicidade aos outros.
Os profetas vivos de Deus pedem-nos que sejamos amigos fiéis para as pessoas que entram na Igreja como conversos e que resgatemos as que se distanciaram. Podemos e vamos fazê-lo caso sempre recordemos o Salvador.
Quando estendemos a mão para socorrer alguém ou para erguer um fardo, Ele está a nosso lado. Ele nos conduzirá aos necessitados. Ele nos abençoará para que sintamos o que eles sentem. Ao persistirmos em nosso empenho para servi-los, receberemos com intensidade, cada vez maior, o dom de sentir o amor que Ele nutre por eles. Isso nos dará coragem e força para continuarmos a servir e ajudar com constância e fidelidade.
E, no tempo e na eternidade, sentiremos a alegria de desfrutar a companhia de Seus amigos fiéis.
A liahona Julho 2010 

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A Sociedade de Socorro

Desde o início, a Sociedade de Socorro recebeu a responsabilidade de fortalecer a família e o lar. O Profeta Joseph ensinou às irmãs numa reunião nos primórdios da Sociedade de Socorro: “Quando forem para casa, não digam uma palavra irada ou rude para seu marido, mas deixem que a bondade, a caridade e o amor coroem suas obras daqui por diante”.
Em 1914, o Presidente Joseph F. Smith disse às irmãs da Sociedade de Socorro: “Onde quer que haja ignorância ou pelo menos falta de compreensão com respeito à família (…), essa organização está presente ou ao alcance, e pelas dádivas naturais e inspiração que pertencem a essa organização elas estão preparadas e prontas para compartilhar instruções a respeito desses importantes deveres”.
Como membros da sociedade de socorro precisamos estar preparadas para ajudar nosso lar e o as pessaoa a nossa volta, se seguirmos o conselho do profeta Joseph Smith estaremos preparadas para seguir o conselho do profeta Joseph F. Smith, pensem nisso.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Canários de Asas Cinzentas

Há quase 60 anos, quando eu era um jovem bispo, Kathleen McKee, uma viúva de minha ala, faleceu.Entre seus pertences, havia três canários de estimação. Dois deles, com perfeita coloração amarela, seriam dados a amigos. O terceiro, Billie, era amarelo com manchas cinzentas nas asas. A irmã Kathleen deixara um bilhete para mim: “Será que você e sua família podem oferecer-lhe um lar? Ele não é o mais bonito, mas é o que canta melhor”.
A irmã Kathleen era bem parecida com seu canário amarelo de asas cinzentas. Não fora abençoada com beleza ou autoconfiança, nem recebera honras da posteridade. No entanto, os cânticos que ela entoava ajudavam as pessoas a carregar seus fardos com mais disposição e a desempenhar melhor suas tarefas.
O mundo está cheio de canários amarelos de asas cinzentas. Pena que tão poucos deles tenham aprendido a cantar. Alguns são jovens que desconhecem quem são, o que podem vir a ser ou até mesmo o que desejam ser; tudo o que querem é ser alguém. Outros estão curvados pela idade, abatidos por preocupações ou repletos de dúvidas, levando uma vida muito aquém de seu potencial.
A fim de vivermos plenamente, devemos desenvolver a capacidade de enfrentar os problemas com coragem, as decepções com alegria e o triunfo com humildade. Talvez se perguntem: “Como alcançar essas metas?” Respondo: “Adquirindo a verdadeira perspectiva de quem realmente somos!” Somos filhos de um Deus vivo e fomos criados a Sua imagem. Pensem nisto: criados à imagem de Deus. Não é possível ter essa convicção sincera sem vivenciar um profundo sentimento renovado de força e poder.
Em nosso mundo, o caráter moral costuma ser visto como secundário em relação à beleza e ao charme. Contudo, o conselho do Senhor ao profeta Samuel ecoa já há muito tempo: “O Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração” (I Samuel 16:7).
Ao buscar um homem de fé, o Salvador não o escolheu no meio de hipócritas que eram vistos regularmente na sinagoga. Na realidade, chamou-o entre os pescadores de Cafarnaum. Simão —hesitante, inculto e impetuoso — tornou-se Pedro, Apóstolo de grande fé. Um canário amarelo de asas cinzentas tornou-se digno da plena confiança e do amor duradouro do Mestre.
Na escolha de um missionário fervoroso e eficaz, o Salvador não o achou no meio de Seus defensores, mas entre Seus adversários. Saulo, o perseguidor, tornou-se Paulo, o pregador.
 O Redentor escolheu pessoas imperfeitas para ensinar o caminho da perfeição. Fez isso no passado e continua a fazê-lo hoje: chama até mesmo canários amarelos de asas cinzentas. Ele convida todos nós para que O sirvamos aqui na Terra. Nosso comprometimento deve ser total. E em nosso empenho, caso venhamos a tropeçar, que supliquemos: “Guia-nos, guia-nos, Tu que os homens modelas, ergue-nos do abismo e leva avante nossa caravela”.
Oro para que sigamos o exemplo do Homem da Galileia, que sempre estava ao lado dos pobres, desprezados, oprimidos e aflitos. Que um cântico verdadeiro brote de nosso coração ao procedermos
dessa forma.
                                   Presidente Thomas S. Monson
A Liahona Junho de 2010